Coronavirus

#9 Coronavirus na Holanda e Alemanha

Esse episódio foi feito com um compilado de conversas entre 5 mulheres que moram na Europa. Michele, Melissa, Domi, Lidia e Camilla. As três primeiras moram na Holanda e trazem sua perspectiva sobre sistema de saúde holandês e como estão lidando com virus no país. Lidia e Camilla moram na Alemanha.

Michelle fala ainda sobre como o vírus impactou seu trabalho já que ela é guia turística em Amsterdam e região. Melissa fala um pouco sobre o ponto de vista empresarial e a falta de uma organização para uma crise como essa. A Dr. Lidia além de trazer questões importantes sobre o Corona, mostra também diferenças interessantes entre os sistemas de saúde de alguns países europeus, além de fazer uma comparação do ponto de vista médico entre o sistema de saúde da Europa e do Brasil. Além disso ela responde a pergunta que todos se fazem. Por que a taxa de mortalidade do Coronavirus na Alemanha é tão baixa?

Instagram do elenco do episodio: Michele (@descobrindoamsterdam)|Melissa (@melissanaholanda)/@melissabusiness.oficial)|Domi (@domionlineteatching)|Lidia (@drlidiapoppe)| Camilla (@cami_causos)

Alemanha

Coronavirus na Alemanha

Esse episódio está fora do usual. Eu moro na Alemanha e aqui no estado onde eu moro foi declarado o fechamento do comércio. Apenas supermercados, farmácias e postos de gasolina vão ficar aberto. E como minha convidada é uma empresária e vai ter que fechar o Instituto de estética dela, ela não pode terminar a conversa comigo. Pois é, o Coronavirus influenciou até a gravação do podcast que é só via whatsapp. Então nesse episódio eu vou contar como está a situação atual do coronavirus no dia 18 de março de 2020. Falo um.pouco sobre o atual numero de infectados e mortea liberados pelo Robert Koch Institut. Está curioso? Vem ouvir! Curtiu? Compartilha! Você me encontra no Instagram @cami_causos e no Twitter @cami_causos. Também tem meu blog: http://www.millanaalemanha.wordpress.com.

Alemanha, Podcast

Conversa Crua #04 – O perfeccionismo que nos freia

Nesse episódio vocês vão conhecer a Fabiana Pedroni, professora universitária e doutoranda em ilustração infantil.

Aqui falamos sobre amizade à distância, como manter o contato apesar da distância. Além disso nós falamos sobre como vencer o perfeccionismo que nos impede de começar o tentar um projeto novo.

Vocês encontram a Fabiana no Twitter @sunomoma assim como no Instagram @hi._.pedroni além do site http://www.notamanuscrita.com. A Camilla você encontra no Twitter @cami_causos e no Instagram cami_causos.

Alemanha

Deficiência e a sociedade excludente

A segunda parte da conversa com a Bárbara e ela conta aqui um pouco das experiências que ela tem vivido desde que descobriu que seria mãe de uma criança com deficiência. Um relato tocante e sincero, onde Bárbara fala também um pouco da sua experiência com as instituições de apoio a pessoas com deficiência do governo alemão.
Ela fala sobre o termo correto ao mencionar uma pessoa com deficiência  fala sobre diversidade, barreiras arquitetônicas e sociais, enfim…

O episódio está muito lindo, portanto, preparem os lencinhos e vem ouvir o Conversa Crua!

ensino alemão

Escolas na Alemanha e escola democrática-podcast Conversa Crua

Ensino na Alemanha e a escola democrática

Nesse episódio bônus do podcast Conversa Crua, eu e Bárbara Zimmermann conversamos sobre os tipos de escola na Alemanha e sobre o funcionamento da escola democrática. A conversa não foi concluída pois resolvemos dar o foco para a pedagogia Waldorf, porém, por ter ficado um material interessante, achei interessante juntar em um episódio bônus.

A escola na Alemanha não é como no Brasil. Aqui as crianças são divididas teoricamente por competência cognitiva após a quarta série. Alí o futuro da criança é decidido pois apenas um tipo de escola permite o acesso a universidade.

Gostou do episódio? Manda email para a gente: conversacrua@gmail.com

Onde nos encontrar? No instagram: @ba_zimmermann @cami_causos e no Twitter @cami_causos

Alemanha

Waldorf, ilusão ou opcão

Olá, meus leitores. Eu precisei me ausentar um pouco do blog para terminar meus projetos de livros. E como o tempo para escrever aqui anda curto, uma maneira de estar próxima a vocês é através do meu podcast, o Conversa Crua. Hoje saiu o episódio piloto, então eu espero que vocês gostem. Na conversa com a Bárbara Zimmermann, ela contou sua trajetória até chegar na Alemanha e como a pedagogia Waldorf teve uma participação fundamental nesse processo. Se gostarem do episódio, eu convido então vocês a mandarem um email para conversacrua@gmail.com.

Conte para mim o que vocês acharam desses primeiro episódio. E se preparem que vai ter um episódio por semana!

Então aproveitem o episódio e até semana que vem!

Alemanha

Por que contar histórias é importante?

Quem aí adora contar um causo? E quem gosta de ouvir um bom causo? Agora imagine por um segundo que passasse a ser proibido contar qualquer tipo de história! Como você se sentiria, como reagiria? Não pode contar o que aconteceu com você hoje enquanto passeava no shopping. Não pode falar da sua caminhada na praia, do seu dia no trabalho, da sua ida a academia, do seu dia com as crianças. Daquilo que aconteceu com sua prima ou sua tia. Não se pode contar histórias! Imaginou? Eu diria que deixariamos de existir muito mais rápido assim do que com o aquecimento global!

Somos todos contadores e amamos ouvir histórias. Contar história é algo que faz de nós o que nós somos: humanos. Assim como a pintura e a música, todo tipo de arte é aquilo que mais nos diferencia das outras espécies animais. E literatura é arte. Se você olha as pinturas rupestres nas cavernas antigas, você percebe que havia a necessidade de documentar, mas também de se expressar desde o início da nossa humanidade. Arte é expressão, muito mais que um reflexo da sociedade, a arte é um martelo que vem para quebrar conceitos e paradigmas. E foi assim desde o princípio. Arte e filosofia. Pensamento e ação. Nos desenvolvemos assim, com todos osquestionamentos que nossos antepassados se fizeram.

Contar história é tão importante para nós, que se não fosse, as revistas, programas, instagrams e youtubers de fofocas não fariam tanto sucesso. Afinal, eles pegam um fato de uma personalidade pública e cada um conta a sua maneira, transformando a história a seu bel prazer. Quem conta um conto, aumenta um ponto, não é mesmo. E nós gostamos disso. Gostamos de ouvir varias versoes da mesma história. Quando ocorre um acidente aereo por exemplo, ficamos ligados nas notícias para sempre ouvir a mesma coisa, contada de formas diferentes. Queremos saber quem eram as pessoas que morreram, quem são seus familiares, nos empatizamos e sentimos o que imaginamos ser a dor do outro. Assim ocorre também com bons livros de literatura. Queremos saber de tudo sobre aqueles personagens. Queremos ver como eles vão sair de situações embaraçosas. Ficamos com o coração nas mãos quando nosso personagem querido está em perigo. Sofremos um vazio quando o livro acaba. Nós somos dependentes de histórias! Olhe só os filmes em cartaz, olhe só os grandes clássicos do cinema! Pense nas histórias da sua família. Somos bombardeados com histórias constantemente e nós amamos isso!

Só que grande parte de muitos autores de sucesso e artistas que temos, são homens. Temos na arte moderna e contemporânea já muitos nomes femininos conhecidos e ainda bem. Também na literatura do século XVIII para cá, temos muitas autoras mulheres que se destacam bastante e que criaram obras que entraram para a história. Só que mesmo assim, até hoje, o mercado continua sendo saturado por homens. E não porque não haja mulheres talentosas, e sim porque temos uma sociedade adaptada a comprar uma visão de mundo que saia das mentes masculinas. Por isso é tão importante falar sobre grandes escritoras da história e da atualidade. Eu vou começar uma série onde quero falar sobre mulheres escritoras. Talvez eu venha a falar sobre homens também. Mas as mulheres são minha prioridade, pois precisamos ler mais mulheres e rever tantas questões o nosso mundo através dos escritos delas.

Eu mesma me joguei agora de cabeça nesse universo da escrita. Esse mês tenho muitos projetos que quero tirar do papel, muito trabalho e sei que o caminho para ter meu trabalho lido e reconhecido, vai ser muito longo, mas eu não quero desistir. Dentre vários talentos que eu tenho e que desenvolvi com o tempo, eu sinto que escrever é o que mais me encanta e mais me dar prazer. Ouvir o barulho das teclas, seja do teclado do computador ou da máquina de escrever, tem um efeito muito estimulador no meu cérebro e a vontade é de continuar a escrever, escrever sem parar. E por isso também vou ter uma nova série aqui no blog, que vai ser dividir com vocês em forma de diário, minha caminhada no mundo da escrita. Minha experiência com publicações por editora, ou independente por amazon, ou ainda meu processo de escrita criativa. Também quero falar sobre minha escrita aqui no blog e no instagram, os feedbacks que recebo, como lidar com críticas em relação aos textos… Quero trazer muito do meu universo de escritora para cá. Eu sei que você que segue o blog desde os primórdios dele, vai sentir um pouco essa mudança, afinal antes eu falava só sobre a Alemanha. Mas eu peço que você tenha paciência e continue comigo por aqui. A Alemanha vai continuar um tópico aqui, um tópico dentro desse meu novo momento, que é o de me assumir como escritora aqui.

Aos que ficarem, meu muito obrigado e se preparem que vem muitas novidades por ai!